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Drogas lícitas e ilícitas: Saiba as consequências

Drogas lícitas e ilícitas e suas consequências: Talvez você já tenha ouvido falar sobre as drogas e seus efeitos, mas é preciso entender também quanto à disponibilidade dessas drogas.

Entenda que lícito refere-se ao que a lei permite, enquanto ilícito define o que é ilegal e proibido. Essa distinção jurídica determina como a sociedade acessa e consome cada substância.

É importante ressaltar que tanto drogas lícitas quanto as ilícitas podem causar danos ao nosso organismo.

Medicamentos são drogas lícitas controladas, com dosagens específicas e bulas que detalham o uso correto e os riscos. Esse rigor garante que a substância atue como tratamento, não como veneno.

Outras drogas lícitas contam com seu discernimento para saber como usá-la desde que seja maior de idade.

Todas as drogas podem viciar e causar dependência. Por isso, este texto alerta para os cuidados essenciais com os diferentes tipos de substâncias e suas classificações.

O que são drogas?

Drogas são substâncias que alteram o funcionamento fisiológico, comportamental ou psicológico do organismo. Elas se dividem em sintéticas, semissintéticas e naturais — estas últimas já produzem efeitos adversos mesmo em seu estado puro na natureza.

As semissintéticas sofrem modificações laboratoriais a partir de fontes naturais, enquanto as sintéticas são produzidas inteiramente em laboratórios.

O que são drogas psicotrópicas?

Drogas psicotrópicas são qualquer tipo de substância capaz de gerar alterações no sistema nervoso central, provocando modificações na mente, humor e comportamento da pessoa. 

Essas substâncias possuem um alto poder de gerar dependência, pois, agem em um mecanismo cerebral chamado de sistema de recompensa do cérebro, o que provoca sensações prazerosas, estimulando assim, a vontade da pessoa de usar novamente.

Portanto, essas substâncias são classificadas em três grupos:  Depressoras, estimulantes e alucinógenas.

O que são drogas estimulantes?

Como o nome já diz, essas drogas estimulam o funcionamento cerebral, aumentando as atividades cognitivas e motoras, geralmente acompanhadas de sentimento de euforia.

As drogas estimulantes causam geralmente efeitos de aceleração de pensamento, estado de vigília aumentado, libido e experiências sensoriais potencializadas, aumento da atividade cardiovascular.

Ainda pode acontecer um estado de hiper foco, porém, a pessoa frequentemente perde a noção da realidade ao seu redor, inclusive essas drogas podem levar ao descontrole emocional e a confusão mental.

O que são drogas depressoras do sistema nervoso central?

As drogas depressoras agem de forma contrária às drogas estimulantes, diminuindo a atuação cognitiva do sistema nervoso central, diminuindo assim a capacidade de concentração e atenção, bem como as atividades motoras.

Os estímulos sensoriais como dor, paladar, visão, audição ficam menos sensíveis, os movimentos ficam descoordenados, é comum a sensação de relaxamento seguida por sonolência e lentificação. 

O que são drogas lícitas e ilícitas?

As drogas lícitas são aquelas que você conhece e até, provavelmente, já usou alguma. 

Por exemplo, o álcool e o cigarro são amplamente conhecidos como drogas permitidas.

Mas além deles toda substância que contenha nicotina, álcool, cafeína e os medicamentos usados, sejam com prescrição médica ou sem, são considerados drogas lícitas.

As drogas ilícitas são aquelas que não são permitidas por lei, portanto sua venda, posse ou produção não é permitida no país. 

Dentro dessa categoria se encontram as substâncias normalmente associadas quando se fala no termo droga, como a maconha, cocaína, LSD, purple drank, crack, heroína e várias outras.

Além de serem permitidas por lei, as drogas lícitas são aceitas pela sociedade, já as ilícitas costumam geral aversão.

A lista de drogas lícitas e ilícitas pode variar de acordo com o país, já que podem ter uma visão diferente sobre alguma das substâncias.

A receita, isto é, o dinheiro gerado em relação às drogas também possuem destinos diferentes. 

Enquanto as lícitas fazem a economia do país rodar normalmente e ainda contribuem com a economia do governo através dos impostos.

As drogas ilícitas contribuem apenas para o mundo do crime pois frequentemente traficantes de grande porte também estão envolvidos com outros tipos de crimes.

Quais são as drogas lícitas e ilícitas mais consumidas?

Antes de entrarmos a fundo em quais drogas são as mais consumidas e seus dados, é importante ressaltar que as drogas são classificadas de algumas formas.

De acordo com sua origem, podendo ser de forma natural, sintética e semi-sintética.

Assim como podem ser classificadas com relação ao seu efeito causado na mente.

De acordo com isso podem ser: depressoras (quando provocam uma diminuição da atividade mental e geral relaxamento e sonolência); estimulantes (quando provocam aumento na atividade cerebral e ritmo do corpo, excitação e euforia são comuns nesse tipo).

E por último as alucinógenas (que provocam delírios e alucinações e alteram a percepção do usuário como seu principal efeito).

A seguir citarei cada uma das drogas mais consumidas de acordo com suas classificações e o possível porque de serem tão usadas quando se conhece seu efeito negativo.

Segundo a organização mundial de saúde (OMS), o álcool é responsável por 3 milhões de mortes por ano.

Drogas lícitas

Das drogas lícitas, a mais usada é o álcool, aliás essa é a droga mais consumida em todo mundo.

No Brasil, apenas cerca de 21,4% da população a partir de 15 anos nunca consumiu álcool, e estima-se globalmente que 43% da população possui o hábito de beber.

O que dá um total de 3,35 bilhões de pessoas que possuem esse hábito.

Álcool

Segundo a organização mundial de saúde (OMS), o álcool é responsável por 3 milhões de mortes por ano.

O que representa em média 5,3% de todas as mortes no mundo, além de ser a causa de mais de 200 tipos de doenças e lesões.

Cigarro

Outra droga lícita ainda muito usada é o cigarro a base de nicotina, contudo os índices de tabagismo vêm caindo com o tempo. 

Desde 1989 onde foi feita a primeira pesquisa de âmbito nacional, onde 34,8% da população era fumante e com o tempo foi decaindo esse número.

Até que na pesquisa nacional de saúde de 2019 viu-se que o índice de fumantes agora é de 12,6%.

Ao redor do mundo a OMS relata que o tabagismo está relacionado à morte de mais de 8 milhões de pessoas, sendo 7 milhões por uso direto, e as outras decorrente de uso passivo.

Medicamentos

O uso de medicamentos de forma indiscriminada, ou seja, sem a devida recomendação médica e tomada por conta própria também é um muito perigoso.

O Brasil está entre os dez países que mais consomem fármacos no mundo e possuímos uma farmácia para cada 3.300 habitantes, o que é um número bem alto.

Durante uma pesquisa, 76% do entrevistados admitiram se automedicar se baseando em dicas de amigos, familiares e conhecidos.

Já segundo a Pesquisa Nacional por amostra de domicílio contínua apenas 50% das pessoas se medicam de forma correta.

Entre os medicamentos mais usados durante a automedicação estão: analgésicos, anti-inflamatórios, antiácidos, antibióticos, antitérmicos, relaxantes musculares e expectorantes.

No Brasil, 7,7% das pessoas no Brasil já consumiram maconha pelo menos uma vez na vida.

Drogas ilícitas

As drogas ilícitas, como já falamos antes, são aquelas não permitidas de serem comercializadas e de serem produzidas. 

A Fundação Oswaldo Cruz realizou o 3° levantamento nacional sobre o uso de drogas pela população brasileira que nos trouxe dados sobre várias drogas ilícitas.

Esse levantamento foi feito com base numa pesquisa que tomou como alvo pessoas de 12 a 65 anos de todos os lugares do Brasil.

Segundo o levantamento, cerca de 3,2% consumiram drogas ilícitas no último ano, o que dá 4,9 milhões de brasileiros. 

O consumo dessas substâncias acarreta danos severos, incluindo alterações cerebrais e motoras, AVC, necrose, arritmias e insuficiência renal. Além disso, elevam o risco de câncer, convulsões e disforia, comprometendo a saúde de forma sistêmica.

Se traçarmos uma lista das drogas ilícitas mais usadas ficaria assim:

A maconha é a drogas ilícita mais consumida no Brasil e no mundo. No Brasil, 7,7% das pessoas no Brasil já consumiram maconha pelo menos uma vez na vida.

Seguida pela cocaína com um índice de 3,1%, e 1,4 milhão de pessoas já relataram fazer o uso do crack, que é correspondente a 0,9%.

Já no mundo segundo o World Drug Report de 2020, a maconha possui 192 milhões de usuários espalhados pelo mundo.

As drogas opióides 58 milhões, anfetaminas e estimulantes 27 milhões, ecstasy 21 milhões, cocaína 19 milhões, sendo essas as drogas mais consumidas no mundo.

Como é o acesso a drogas lícitas e ilícitas no Brasil?

No Brasil para se consumir drogas lícitas de modo legal basta ser maior de idade, porém é um fato que a introdução a essas drogas acontece antes.

Nesse contexto, o álcool entra na vida das pessoas via família ou amigos. Por ser legal e socialmente aceito, sua periculosidade é subestimada, o que acelera a dependência precoce.

Comprovação de idade

Há também o problema que muitos estabelecimentos não pedem a comprovação de idade pelo documento de identidade, vão apenas pela aparência e facilitam a compra de menores.

Assim como amigos mais velhos compram para os mais novos.

O cigarro não tem ganhado mais tanto interesse, pelo contrário, a visão atual sobre ele não é boa.

Há uma alta taxa de impostos sobre ele, o que inviabiliza a compra recorrente para a maioria das pessoas. Além dos avisos constantes que essa droga faz mal.

Logo, o acesso às drogas não é difícil; a falta de incentivo ao cuidado e de conscientização sobre os danos facilita o consumo. Se alguém decidir buscar, encontrará e comprará substâncias com facilidade em diversos ambientes.

Acesso a medicamentos

Os medicamentos são de fácil acesso, até demais se me permite dizer.

Em cada esquina temos farmácias e há medicamentos variados que se podem conseguir sem receita que causam dependência e são usados de forma incorreta.

Além de que há pessoas que conseguem falsificar receitas e conseguir remédios de prescrição médica.

As drogas ilícitas possuem acesso relativamente fácil dependendo do local que a pessoa frequenta e de que droga estamos falando.

Principais drogas

A maconha é a droga mais consumida devido à facilidade de acesso em escolas, universidades e eventos, além do custo geralmente baixo. Essa ampla disponibilidade em ambientes cotidianos aumenta a exposição de jovens e trabalhadores ao risco da dependência.

A cocaína é consumida em diversas classes sociais, mas seu uso é mais intenso entre pessoas com maior poder aquisitivo. A facilidade financeira permite a compra direta e frequente, muitas vezes sem intermediários, o que camufla o vício em ambientes de elite.

O crack pode ser encontrado mais facilmente perto das comunidades e nas famosas “bocas de fumo”, é uma droga barata, mas extremamente viciante e com imenso potencial destrutivo.

O LSD ou ácido lisérgico é vendido e distribuído comumente em festas, raves e eventos onde a maioria do público são jovens, assim como o ecstasy.

Drogas e suas consequências: quais são as principais?

Além da chance de gerar dependência, o que por si só já é uma doença que atraicomorbidades, isto é, outras doenças associadas a ela, cada substância tem suas particularidades de efeitos em nosso corpo.

Com exceção do cigarro de nicotina e alguns medicamentos, a maioria das drogas alteram o modo de funcionamento do cérebro, gerando efeitos adversos e alterando o nível de consciência.

Os variados tipos de medicamentos possuem efeito variados previstos nas bulas, para entender melhor cada um, pesquise individualmente. 

Cigarro

Já o cigarro de nicotina prejudica o sistema cardiorrespiratório, aumenta a chance de desenvolvimento de cânceres, como: leucemia, câncer de rim, câncer de cólon e reto, câncer de pulmão, traqueia e brônquios, câncer do fígado, câncer de pâncreas, câncer de bexiga, câncer de esôfago.

Além de várias outras doenças do sistema respiratório e sanguíneo, podendo causar impotência sexual no homem, problemas no aparelho digestivo, problemas de visão como catarata, chance de causar aneurismas e AVC entre outros.

Álcool

Por usa vez, o álcool pode desencadear sérios problemas como, alcoolismo, cânceres de mama, boca, faringe, laringe, esôfago, cólon e reto, fígado e estômago.

Além de problemas digestivos, pancreatite, impotência, infertilidade, anorexia, hepatite, doenças cardiovasculares, gastrite, também auxilia no desenvolvimento de transtorno mentais e prejuízos cognitivos.

Como demência, perda ou redução de coordenação motora, transtornos ansiosos e transtornos depressivos.

Maconha 

A maconha é uma droga alucinógena e, portanto, altera as funções cognitivas durante seu uso, portanto, o seu efeito mental é forte e pode causar severas consequências.

Seu uso prolongado ou de forma abusiva pode levar a: perda de memória, ajudar a desenvolver comportamento violentos após o uso, por ser um fumo pode desencadear problemas cardiorrespiratórios.

Possui o risco de aumentar a chance de desenvolvimento de um transtorno mental, como depressão ansiedade e principalmente esquizofrenia, assim como outros transtornos de humor como a bipolaridade.

Ainda pode fazer com que o usuário tenha crises de alucinações, comprometimento na atividade motora, alterações hormonais e ao contrário do que muitos pensam, desenvolve dependência sim.

Cocaína

A cocaína é uma droga estimulante e por aumentar a frequência cardíaca e pressão sanguínea pode acarretar problemas cardíacos ao longo prazo.

Como aumento nas chances de desenvolver transtornos psicóticos, delírio, problemas de dentição e na área bucal, desnutrição ou desidratação por causa da perda de apetite e longos períodos sem consumir nada.

A capacidade de compreensão e de análise fica comprometida, assim como a memória em virtude da morte de neurônios causadas pelo uso frequente.

O uso intenso de substâncias pode causar transtornos gastrointestinais e comprometer órgãos vitais como rins e fígado. Sendo os principais filtros do organismo, eles sofrem danos diretos pela toxicidade das drogas.

Crack

O crack possui efeitos parecidos com a cocaína pois é um derivado dela, a diferença é que seus efeitos são muito mais intensos e suas consequências também aparecem mais rápido e muitas vezes progridem mais rápido também.

Os usuários podem ter intoxicação pelo metal, pois muitos usuários usam o crack com latas, o famoso “tiro na lata”.

Os usuários acabam aspirando o alumínio, cobre e ferro juntos com a substância, problemas pulmonares. 

Destaque para a síndrome do pulmão de crack, que pode gerar problemas ósseos e musculares, problemas de coração como a cocaína.

Além do desenvolvimento de psicoses, paranoia, alucinações e delírios, problemas neurológicos e cognitivos.

As outras drogas produzem efeitos semelhantes a esses em sua saúde, potencialmente prejudicando o sistema neurológico e cognitivo, gastrointestinal, cardíaco, respiratório, aumentando o risco de desenvolver transtornos mentais.

A importância das clínicas de recuperação no tratamento de usuários de drogas lícitas e ilícitas

A clínica de reabilitação é mais do que uma oferta de tratamento, lá o estilo de vida antigo que sustentava o vício será gradualmente desconstruído.

As clínicas de recuperação servem como um espaço para o dependente se livrar das influências e comportamentos trazidos pela dependência e começar a refazer seus conceitos para que possa viver uma nova vida.

De modo que nas clínicas todos os esforços da pessoa se concentram em sua própria recuperação.

Tendo uma supervisão constante de diversos tipos de profissionais de saúde, como: enfermeiros, médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, educadores físicos e muitos outros.

Embora outros tratamentos sejam eficazes, a internação oferece tudo que a pessoa precisa para se recuperar e com tempo para o próprio refletir sobre tudo que fez e que aconteceu.

De modo que o suporte ainda continua mesmo após a alta do paciente.

A clínica de reabilitação é mais do que uma oferta de tratamento, lá o estilo de vida antigo que sustentava o vício será gradualmente desconstruído.

E passo a passo um novo estilo de vida mais focado nas coisas que realmente importam como a família surgirá.

Quais são os tratamentos para usuários de drogas lícitas e ilícitas?

Os tratamentos para dependência química são variados, tenho certeza que ao pesquisar encontrar vários anúncios e ofertas de tratamento, mas como saber quais são os tratamentos confiáveis e quais não são?

Os tratamentos mais confiáveis são aqueles que possuem respaldo técnico e científico.

Com histórico comprovado de auxílio no tratamento de dependência química, exemplos são a desintoxicação, psicoterapia, grupos de autoajuda, medicamentos e tratamento por internação.

A desintoxicação é um tratamento que busca retirar a substância do corpo da pessoa através de uma redução gradual de sua administração ou de forma integral.

Uma equipe multidisciplinar de médicos e especialistas acompanha o processo de perto para garantir a segurança do paciente. Esse suporte contínuo permite ajustes rápidos no tratamento conforme a evolução clínica.

Psicoterapia é um tratamento focado no apoio e resolução de problemas de origem psicológica.

A dependência química afeta as áreas de nossa mente e corpo igualmente, por isso a psicoterapia vem para desconstruir as ideias do paciente sobre si e suas doenças.

Os grupos de autoajuda buscam ajudar a pessoa através do compartilhamento de experiências de pessoas que passaram pela mesma situação ou situações semelhantes.

Assim como procuram estruturar a pessoa para uma nova vida, para que ela possa estar firme e preparada para os desafios é que se usa o programa de 12 passos.

A internação ocorre por vontade própria (voluntária) ou por decisão de terceiros e da justiça (involuntária/compulsória). Esse recurso é utilizado quando o suporte ambulatorial já não é suficiente para garantir a segurança do paciente.

Dentro da clínica são ofertados diversos tipos de tratamentos, tais quais psicoterapia, laborterapia, desintoxicação, acesso a infraestrutura preparada, alimentação e exercícios adequados, equipe de multiprofissionais de saúde a postos.

Quais são as principais etapas dos tratamentos?

O tratamento costuma se dividir em cinco fases: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção; essas fases marcam o comportamento do paciente em relação a sua própria recuperação.

Pré-contemplação

A fase de pré-contemplação é quando a pessoa ainda entende que não precisa mudar, é resistente a ideia de que a dependência é uma doença e que ela seria uma dependente química.

Negação

A negação marca o indivíduo, que ainda não consegue enxergar a própria necessidade de ajuda. Esse mecanismo de defesa impede o reconhecimento da gravidade da situação e retarda o início do tratamento.

Contemplação

Já na fase de contemplação, a pessoa começa a entender que o consumo de drogas é um problema e está trazendo malefícios para sua vida.

Entende que precisa mudar, mas muitas vezes não age, começa a procurar por ajuda.

Preparação

A terceira fase é a de preparação, aqui a pessoa enxerga com clareza todos os problemas que estão sendo causados pela droga e começa a perceber o que precisa mudar em seu comportamento.

Esse é o momento em que já estará em busca de um tratamento ou incluso em um, pois buscará a reflexão e buscando uma vida sem drogas.

Ação

A fase de ação é o momento de colocar em prática tudo o que aprendeu com os tratamentos e passar a ter mudanças de vida.

É um período de compromisso e dedicação, colocando em prática as ferramentas que aprendeu a utilizar com seus tratamentos.

É a hora de tratar sua vida, aprofundar o autoconhecimento e resolver seus problemas. Esse mergulho interno permite identificar traumas e padrões que alimentam o sofrimento emocional.

Manutenção

A última fase é a manutenção, que é o estado onde é preciso manter o estado de distância e não uso das drogas, é provavelmente o período mais desafiador.

Pois é um esforço contínuo para que não haja uma recaída, há programas que podem auxiliar nessa tarefa como o programa de prevenção as recaídas das clínicas de recuperação e dos grupos de autoajuda.

Como um usuário pode lidar com abstinência durante o tratamento?

Para lidar com a abstinência durante o tratamento é necessário apoio de profissionais da área de saúde que possam monitorar como anda seu organismo e o que de fato você precisa fazer para que passe tranquilamente por esse momento.

Nesse sentido, a internação facilita o processo, pois afasta o paciente das drogas e permite que os profissionais de saúde monitorem constantemente sua evolução.

Assim como vendo se são necessários medicamentos bem como outros tratamentos para amenizar os efeitos da abstinência.

Onde encontrar uma clínica de reabilitação para usuários de drogas lícitas e ilícitas

As clínicas do Grupo Recanto estão dispostas nos estados de Pernambuco e Sergipe, sendo referência no norte-nordeste há mais de 12 anos.

Existem clínicas especializadas exclusivamente no tratamento feminino para dependência química. Esse modelo foca nas particularidades biológicas e sociais das mulheres, oferecendo um ambiente mais seguro e acolhedor para a recuperação. Clique aqui para saber mais!

Conclusão

Por fim, muitas pessoas não dão a devida consideração para as drogas lícitas e que elas podem causar problemas ainda maiores que as drogas ilícitas.

De fato cigarro e álcool estão envolvidos em um número de mortes muito maior, além do número de acidentes associados a esse tipo de drogas.

As drogas ilícitas são um problema social e grande fonte de aumento para problemas mentais e psiquiátricos, como psicose, esquizofrenia, depressão e ansiedade.

Drogas sejam elas lícitas ou ilícitas merecem a devida atenção e sendo elas aceitas pela sociedade ou não, o ideal é manter distância, pois agora você sabe todo o potencial destrutivo físico, psicológico e social.

Devido a isso, a importância do conhecimento dos diversos tipos de tratamento e da necessidade deles é ainda maior.

Pois se um familiar seu estiver tendo problemas com as drogas saberá como resolver e com quem contar.

NÓS LIGAMOS PARA VOCÊ

Fabrício Selbmann é psicanalista, palestrante sobre Dependência Química e diretor da Recanto Clínica Hospitalar – rede de três clínicas de tratamento para dependência química e saúde mental, referência no Norte e Nordeste nesse segmento.

Especialista em Dependência Química pela UNIFESP, pós-graduado em Filosofia | Neurociências | Psicanalise pela PUC-RS, além de especialização na Europa sobre o modelo de tratamento Terapia Racional Emotiva (Minessota).

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