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Quando internar um dependente químico? Saiba agora!

Inicialmente, essa é, sem dúvida, uma das perguntas mais difíceis que uma família pode se fazer — e também uma das mais importantes. 

Nesse sentido, reconhecer que alguém que amamos precisa de ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim um ato profundo de amor e coragem. Logo, é o primeiro passo em direção à recuperação e à esperança.

Dessa maneira, fomar a decisão de buscar uma internação significa olhar além do momento presente e considerar o bem-estar físico, emocional e psicológico da pessoa. Isso, além dos impactos que a dependência causa nas relações familiares, sociais e profissionais.

Nesse contexto, os sinais de que a internação pode ser necessária surgem de formas diferentes em cada história — e compreender esses sinais é essencial para agir no tempo certo, com cuidado e responsabilidade.

Neste artigo, vamos conversar sobre os principais indícios que indicam a necessidade de internação e também explicar os diferentes tipos de internação para dependentes químicos.

Aqui, nosso objetivo é acolher você com informação e empatia, ajudando a transformar um momento de dor em uma oportunidade de recomeço. 

Ao longo da leitura, você encontrará orientações que podem restaurar a saúde, a dignidade e o bem-estar da pessoa querida — e também oferecer alívio e esperança a toda a família.

Drogas

Como identificar quando o uso de drogas saiu do controle

Reconhecer que o uso de drogas ultrapassou o limite do “uso recreativo” e passou a representar um risco real para a saúde e a vida é um passo essencial — e, muitas vezes, doloroso. 

Dessa forma, esse processo exige sensibilidade e atenção, tanto da própria pessoa quanto dos familiares e amigos que convivem com ela.

O consumo de substâncias psicoativas tende a começar de forma aparentemente inofensiva. No início, pode parecer que a pessoa “tem o controle”, usando apenas em momentos específicos, para relaxar ou socializar. 

Visto isso, com o tempo, no entanto, o cérebro passa por mudanças químicas que alteram a percepção, os comportamentos e as prioridades. Logo, é aí que o uso passa a controlar a pessoa, e não o contrário.

Existem alguns sinais comportamentais, emocionais e físicos que indicam que o uso de drogas está saindo do controle. Entre eles, destacam-se:

  • Aumento da tolerância: a pessoa precisa de doses maiores para sentir os mesmos efeitos que antes.
  • Perda de interesse em atividades importantes: hobbies, trabalho, estudos e relacionamentos passam a ficar em segundo plano.
  • Mudanças de humor e comportamento: irritabilidade, agressividade, apatia ou isolamento são comuns.
  • Negação do problema: a pessoa insiste que “pode parar quando quiser”, mesmo diante de consequências negativas.
  • Dificuldade em manter responsabilidades: faltas no trabalho, baixo desempenho escolar e descuido com compromissos.
  • Problemas de saúde: alterações no sono, apetite, perda de peso, ansiedade e sintomas depressivos.
  • Comportamentos de risco: dirigir sob efeito de drogas, gastar grandes quantias para conseguir a substância ou se envolver em situações perigosas.

Nesse sentido, esses sinais, quando persistentes, indicam que o consumo deixou de ser uma escolha consciente e passou a ser uma necessidade fisiológica e emocional, característica da dependênciaquímica.

Dependente químico sentado com mãos entrelaçadas e nervoso

Diferença entre uso recreativo, abuso e dependência química

Em primeiro lugar, o uso recreativo de drogas é aquele em que a pessoa consome a substância de forma esporádica. Isso acontece geralmente em contextos sociais, buscando relaxamento, prazer ou curiosidade.

Nessa fase, a substância ainda não domina a vida da pessoa, e ela acredita estar no controle do próprio consumo.

No entanto, é importante entender que o uso recreativo não é inofensivo. Assim, cada organismo reage de uma forma diferente, e fatores como genética, ambiente, histórico familiar e estado emocional podem acelerar a transição para o abuso. 

Além disso, o uso ocasional pode gerar efeitos psicológicos e comportamentais que levam à repetição do consumo.

Em outras palavras: o uso recreativo é o início de uma estrada que pode parecer segura, mas que pode se tornar perigosa rapidamente.

2. Abuso: quando o consumo começa a causar prejuízos

Dessa maneira, o abuso de drogas acontece quando o uso começa a interferir de forma negativa na vida pessoal, social, profissional ou escolar da pessoa. 

Neste estágio, já é possível observar mudanças de comportamento e dificuldade de controle — mesmo quando há consciência dos problemas causados.

Entre os sinais mais comuns de abuso, destacam-se:

  • Aumento da frequência e da quantidade do consumo;
  • Tentativas frustradas de parar;
  • Mudanças de humor, sono e apetite;
  • Conflitos familiares e isolamento social;
  • Descumprimento de responsabilidades cotidianas;
  • Uso de drogas como fuga de sentimentos ou problemas.

Nesse ponto, a substância começa a ocupar um lugar central na vida da pessoa, afetando o julgamento, as emoções e o autocontrole

Nesse contexto, o momento em que o apoio profissional torna-se fundamental para evitar que o quadro evolua para a dependência. Por isso, apoio profissional torna-se fundamental para evitar que o quadro evolua para a dependência.

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3. Dependência química: quando a droga passa a comandar a vida

Em terceiro lugar, a dependência química é uma doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e caracteriza-se pela perda total do controle sobre o uso da substância.

Visto isso, o cérebro e o corpo passam a depender dela para funcionar, e o desejo de consumo torna-se intenso, mesmo diante de graves consequências.

Os principais sinais da dependência incluem:

  • Tolerância elevada: necessidade de doses maiores para sentir o mesmo efeito;
  • Abstinência: sintomas físicos e emocionais quando a substância é retirada;
  • Compulsão: busca incontrolável pela droga;
  • Negação: dificuldade de reconhecer o problema;
  • Deterioração da saúde e dos vínculos afetivos.

A dependência química não é uma escolha. É uma condição complexa que envolve alterações químicas no cérebro e fatores emocionais e sociais.

Por isso, o tratamento especializado é indispensável — ele permite a desintoxicação segura, o acompanhamento terapêutico e a reconstrução da autoestima e dos vínculos familiares.

Nossos tratamentos

Como saber o momento certo de internar um dependente químico?

Saber quando internar um dependente químico é uma decisão sensível que geralmente ocorre quando os sinais de dependência se tornam intensos e os riscos à saúde e segurança são graves. 

Abaixo, listamos alguns dos principais sinais mais evidentes de que a internação pode ser necessária.

Sinais comportamentais e físicos de que o dependente precisa de ajuda imediata

Sinais comportamentais

Esses sinais estão relacionados às mudanças nas atitudes e hábitos diários. Costumam ser os primeiros a chamar a atenção de quem convive com o dependente.

  • Afastamento de familiares e amigos;
  • Isolamento social e perda de interesse por atividades antes prazerosas;
  • Descumprimento de responsabilidades no trabalho, na escola ou em casa;
  • Mudanças bruscas de rotina (sono irregular, saídas frequentes e misteriosas);
  • Gastos excessivos ou inexplicáveis com dinheiro;
  • Mentiras constantes para encobrir o uso da substância;
  • Envolvimento em situações de risco ou ilegais;
  • Falta de higiene pessoal e desorganização no ambiente doméstico.

Quando esses comportamentos se tornam recorrentes, é sinal de que a pessoa já perdeu o controle sobre o consumo e necessita de intervenção profissional.

Sinais emocionais

A dependência química provoca alterações significativas nas emoções e na forma de reagir aos acontecimentos da vida.
Nesse sentido, esses sinais podem ser confundidos com outros transtornos mentais, mas o contexto do uso de substâncias é o diferencial.

  • Mudanças de humor repentinas (da euforia à apatia);
  • Irritabilidade, agressividade e impaciência;
  • Sentimentos constantes de culpa, vergonha ou desesperança;
  • Dificuldade em lidar com frustrações ou críticas;
  • Ansiedade, tristeza profunda ou crises de choro sem motivo aparente;
  • Negação do problema (“Eu posso parar quando quiser”);
  • Diminuição da autoestima e do autocuidado.

Logo, essas alterações emocionais costumam refletir o conflito interno entre o desejo de parar e a incapacidade de controlar o uso — um dos principais marcadores da dependência.

Sinais físicos

Os sinais físicos indicam que o corpo já está reagindo aos efeitos contínuos das substâncias e podem variar conforme o tipo de droga utilizada.
Em geral, incluem:

  • Alterações bruscas no peso (emagrecimento ou ganho rápido);
  • Olhos vermelhos, pupilas dilatadas ou contraídas;
  • Tremores, suor excessivo ou fala arrastada;
  • Dores de cabeça e náuseas frequentes;
  • Feridas ou machucados sem explicação aparente;
  • Mudanças no apetite e no padrão de sono;
  • Cansaço constante e aparência abatida;
  • Sintomas de abstinência (tremores, irritação, insônia, suor frio) quando a substância é interrompida.

Esses sinais são um alerta vermelho: indicam que o organismo está sobrecarregado e que a ajuda médica e terapêutica deve ser buscada com urgência.

Grupo de dependentes químicos

O que considerar antes de decidir pela internação

Decidir pela internação de um dependente químico é uma das decisões mais delicadas que uma família pode enfrentar. 

É um momento que envolve emoção, responsabilidade e amor. Por isso, é importante equilibrar o coração e a razão antes de agir.

A internação deve ser vista como um gesto de cuidado, não de punição. Reconhecer que alguém precisa de ajuda profissional é um ato de coragem e empatia.

Antes de decidir, reflita se:

  • A família está emocionalmente preparada para apoiar o tratamento;
  • Há compreensão de que o processo é gradual e requer paciência;
  • A decisão está sendo tomada por amor, e não por desespero.

Lidar com a dependência exige compaixão, limites e esperança — e isso começa dentro de casa.

Do ponto de vista médico, a internação é indicada quando o uso da substância coloca a vida em risco ou impede o autocontrole.

Entre os principais sinais, estão:

  • Crises de abstinência intensas ou risco de overdose;
  • Comportamentos agressivos ou autodestrutivos;
  • Falhas em tratamentos anteriores sem internação;
  • Presença de transtornos mentais associados.

A avaliação deve ser feita por uma equipe especializada, que indicará o modelo de internação mais adequado..

Luta contra a dependência

Quais são os tipos de internação e quando cada um é indicado?

Existem três tipos principais de internação para dependentes químicos: voluntária, involuntária e compulsória. 

Cada uma delas é indicada para situações específicas e depende do nível de envolvimento do paciente e de sua condição de saúde. 

A escolha do tipo de internação pode ajudar a garantir a segurança do paciente e das pessoas ao seu redor, promovendo um tratamento mais eficaz e adaptado às necessidades individuais.

Internação voluntária

A internação voluntária ocorre quando o próprio dependente reconhece a necessidade de tratamento e decide buscar ajuda por conta própria.

É considerada a modalidade mais favorável porque o paciente demonstra consciência da doença e desejo de mudança, o que aumenta significativamente as chances de sucesso no processo de recuperação.

Durante esse tipo de internação, o paciente participa ativamente das atividades terapêuticas, segue as orientações médicas com mais abertura e pode, inclusive, encerrar o tratamento por vontade própria, desde que haja avaliação da equipe responsável.

O tratamento é motivado pela vontade do próprio paciente, o que facilita o engajamento e o vínculo terapêutico.

Internação involuntária

A internação involuntária acontece sem o consentimento do dependente, sendo solicitada por um familiar ou responsável legal.

Essa modalidade é indicada quando a pessoa não reconhece a gravidade da dependência e coloca sua vida ou a de terceiros em risco, recusando-se a procurar ajuda.

A internação só pode ocorrer com autorização médica, após avaliação clínica que comprove a necessidade do procedimento.

Durante o período de internação, o paciente recebe acompanhamento médico e psicológico integral, em ambiente seguro e supervisionado.

A decisão parte da família, com respaldo médico, e visa proteger o paciente em situações de risco, mesmo que ele não aceite inicialmente o tratamento.

Internação compulsória

A internação compulsória é determinada por decisão judicial, geralmente em casos graves em que o dependente representa perigo iminente para si mesmo ou para outras pessoas e já recusou todas as formas de tratamento anteriores.

Essa medida é solicitada por um juiz, com base em laudo médico detalhado, e tem como principal objetivo preservar a vida e a integridade do paciente.

Durante a internação compulsória, o tratamento segue os mesmos padrões éticos e terapêuticos das demais modalidades, com acompanhamento médico e psicológico contínuo.

É uma medida legal e obrigatória, adotada apenas quando todas as alternativas voluntárias e familiares se esgotaram.

Quando a internação involuntária é uma alternativa segura

A internação involuntária pode gerar dúvidas e sentimentos de culpa em familiares. No entanto, é importante compreender que, em determinadas situações, ela é uma medida legal, ética e segura, adotada com o propósito de proteger a vida e oferecer tratamento adequado a quem perdeu o controle sobre o uso de drogas.

De acordo com a Lei nº 13.840/2019, a internação involuntária é permitida quando há comprovação médica de que o paciente representa risco para si mesmo ou para terceiros, e quando todas as tentativas de tratamento voluntário falharam.

Ela deve ocorrer em clínicas especializadas e regularizadas, sob supervisão médica e com acompanhamento psicológico e social contínuo.

  • A decisão é respaldada por avaliação profissional, e não apenas pela vontade da família.
  • O foco está na proteção, não na punição.
  • O paciente recebe atendimento digno, com respeito aos direitos humanos e à individualidade.

Quando feita de forma responsável e supervisionada, a internação involuntária se torna um gesto de amor e cuidado, não de imposição. Muitas vezes, é o único caminho possível para evitar tragédias e abrir espaço para um recomeço.

O papel da família e do acompanhamento psicológico na decisão

A decisão pela internação — seja voluntária, involuntária ou compulsória — não deve ser tomada sozinha.

O apoio familiar e o acompanhamento psicológico são fundamentais para que o processo ocorra de forma consciente, ética e emocionalmente equilibrada.

A família tem um papel essencial em todas as etapas do tratamento:

  • Antes da internação: oferecer diálogo, escuta e buscar informações confiáveis;
  • Durante o tratamento: participar das terapias familiares, compreender o processo e evitar julgamentos;
  • Após a alta: ajudar na reintegração social e no fortalecimento dos novos hábitos do paciente.

Já o acompanhamento psicológico ajuda os familiares a lidarem com sentimentos de medo, culpa e impotência — emoções comuns nesse processo.

Com apoio terapêutico, é possível transformar a dor em compreensão, o medo em confiança e a culpa em ação responsável e amorosa.

Como conversar com o dependente sobre a necessidade de tratamento

FFalar com alguém que enfrenta a dependência química sobre a necessidade de tratamento é um momento delicado e decisivo.

Muitas famílias temem o confronto ou acreditam que a pessoa “precisa querer” antes de buscar ajuda, mas a verdade é que uma conversa empática e bem conduzida pode ser o primeiro passo para a mudança.

O segredo está em unir firmeza e acolhimento — demonstrando preocupação genuína, sem julgamentos ou acusações.

Veja alguns pontos essenciais a considerar durante essa conversa:

1. Fale sobre o acompanhamento médico

Explique que o acompanhamento médico é fundamental porque a dependência química não é uma falha de caráter, mas uma doença que afeta o corpo e o cérebro.

O médico especialista avalia a condição física, prescreve medicações quando necessário e acompanha o processo de desintoxicação de forma segura.

2. Destaque o papel da terapia

A terapia psicológica ajuda o dependente a entender as causas emocionais do uso e a desenvolver novas formas de lidar com dor, ansiedade e frustração.

Falar sobre a importância  da terapia mostra que a recuperação é também um processo de autoconhecimento e reconstrução.

3. Explique sobre a reabilitação

A reabilitação em clínica especializada é um ambiente estruturado, seguro e acolhedor, que oferece tratamento intensivo e apoio multidisciplinar — médico, psicológico e social.

Ela é especialmente indicada quando o dependente não consegue parar sozinho ou já passou por recaídas repetidas.

4. Reforce a importância do pós-tratamento

A recuperação não termina com a alta. O pós-tratamento — que inclui grupos de apoio, terapia contínua e acompanhamento familiar — é essencial para manter a sobriedade e reconstruir o projeto de vida.

Benefícios da intervenção precoce e acompanhamento profissional

Dessa forma, a intervenção precoce é uma das atitudes mais eficazes na luta contra a dependência química. Isso porque quanto mais cedo o tratamento começa, maiores são as chances de recuperação e menores os danos físicos, emocionais e sociais.

Nesse sentido, muitas famílias adiam a busca por ajuda por medo, vergonha ou por acreditar que “ainda não é tão grave”.
Mas a dependência é uma doença progressiva — e esperar pode significar deixar o problema se agravar.

O que esperar do processo de internação e do tratamento

Visto isso, ao buscar ajuda especializada, é importante entender o que acontece durante e após a internação.

O tratamento segue etapas estruturadas e individualizadas, sempre com foco na segurança, dignidade e reintegração social do paciente.

  1. Avaliação médica e psicológica: para compreender o grau da dependência e definir o plano terapêutico.
  2. Desintoxicação supervisionada: o corpo elimina as substâncias com suporte clínico, garantindo estabilidade física.
  3. Terapia e reabilitação emocional: o paciente participa de atividades terapêuticas, individuais e em grupo.
  4. Reintegração e pós-tratamento: após a alta é importante manter acompanhamento psicológico e o apoio familiar.

A intervenção imediata e o tratamento especializado são as melhores formas de evitar complicações e dar à pessoa amada a chance real de recomeçar com saúde e dignidade.

A Recanto Clínica Hospitalar está com você nesse momento

Nesse sentido, a Clínica Hospitalar Recanto é uma referência em tratamento para dependência química. Além disso, conta com uma Equipe de Especialistas em Dependência Química preparada para oferecer todo o suporte necessário na recuperação do dependente.

Nossos serviços incluem acompanhamento integral, apoio psicológico e um ambiente seguro para os tratamentos de reabilitação.

Se você precisa de apoio para tomar essa decisão, a Recanto Clínica Hospitalar está ao seu lado em todas as etapas da recuperação. Por isso, visite nosso site e conheça as soluções que oferecemos para superar a dependência química com segurança e cuidado.

Fale com nossa equipe. Atendimento 24horas

Conclusão

Reconhecer a dependência química e buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato profundo de amor, coragem.


Ninguém precisa enfrentar esse caminho sozinho. Logo, buscar ajuda é o primeiro passo para recomeçar — e todo recomeço começa com uma escolha de amor.

NÓS LIGAMOS PARA VOCÊ

Fabrício Selbmann é psicanalista, palestrante sobre Dependência Química e diretor da Recanto Clínica Hospitalar – rede de três clínicas de tratamento para dependência química e saúde mental, referência no Norte e Nordeste nesse segmento.

Especialista em Dependência Química pela UNIFESP, pós-graduado em Filosofia | Neurociências | Psicanalise pela PUC-RS, além de especialização na Europa sobre o modelo de tratamento Terapia Racional Emotiva (Minessota).

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